August 2007
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Meu doloroso
Sr. Poetæ Devassus Eu jurei: Ser dominada? Nunca! Jamais! como eu lhe odeio, foi injusto demais! disse e me lembro como seu riso resoou… Ele, por um erro menor, me esbofetou! Mas pior, seduziu-me a pedir por mais… Sob seu jugo, sofri torturas abissais! Com seu pulso o controle de mim conquistou; e pela dor e subjugo por fim me adestrou. Porque é Ele quem me corta, marca e...
Aug 28th
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Meu brinquedo
Sr. Poetæ Devassus Os seios dela são tão delicados… Que devem ser muito bem maltratados! Seus gemidos são tão deliciosos… Que lhe aperto para ouvi-los ardorosos! Rosto, coxas, dorso… tão bem cuidados, Que não deixo senão abusados! Seus lábios, ao felatio, voluptuosos… Que dou-lhe meus humores mais gostosos! És minha mais perfeita Bonequinha! foi feita especialmente para...
Aug 28th
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Meu doloroso
Sr. Poetæ Devassus Eu jurei: Ser dominada? Nunca! Jamais! como eu lhe odeio, foi injusto demais! disse e me lembro como seu riso resoou… Ele, por um erro menor, me esbofetou! Mas pior, seduziu-me a pedir por mais… Sob seu jugo, sofri torturas abissais! Com seu pulso o controle de mim conquistou; e pela dor e subjugo por fim me adestrou. Porque é Ele quem me corta, marca e...
Aug 28th
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Meu brinquedo
Sr. Poetæ Devassus Os seios dela são tão delicados… Que devem ser muito bem maltratados! Seus gemidos são tão deliciosos… Que lhe aperto para ouvi-los ardorosos! Rosto, coxas, dorso… tão bem cuidados, Que não deixo senão abusados! Seus lábios, ao felatio, voluptuosos… Que dou-lhe meus humores mais gostosos! És minha mais perfeita Bonequinha! foi feita especialmente para...
Aug 28th
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O Castigo
Sr. Poetæ Devassus à Cruz de Santo André tensa se dirige: de cabeça baixa, Submissa ao seu Destino… por Transgredir a minha Norma que vige; Antegoza e Arrepende de seu desatino! Presa, o Chicote será sua punicão hoje, a divertir-me tal brinquedo de menino! Depois da centésima a contagem lhe foge; mas gemidos, de Dor ou Prazer, não lastimo… Gozo ao perceber seu corpo...
Aug 28th
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O Castigo
Sr. Poetæ Devassus à Cruz de Santo André tensa se dirige: de cabeça baixa, Submissa ao seu Destino… por Transgredir a minha Norma que vige; Antegoza e Arrepende de seu desatino! Presa, o Chicote será sua punicão hoje, a divertir-me tal brinquedo de menino! Depois da centésima a contagem lhe foge; mas gemidos, de Dor ou Prazer, não lastimo… Gozo ao perceber seu corpo...
Aug 28th
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Teu novo vício
Sr. Poetæ Devassus Castigue teu corpo com todo prazer sem temer a dor vinda porventura dos atos do mais puro enlouquecer misture o gozo à gotas de tortura à mordidas, sinta o sangue verter sorva-o como meu veneno e cura fará do êxtase o maior padecer quando te devora o sexo em secura pele, de marcas roxas, adornada pelos pulsos espinhos e correntes tão apertadas jazendo pendentes até mesmo com tua...
Aug 28th
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Nobilíssima Dama
Sr. Poetæ Devassus Pois então diga-me, divina e nobre dama, dos traços assim tão suaves e delicados, voz dulcíssima e cabelos amaciados, porque não atirar pedras à tua cama? Pois então diga-me, maligna e vil dama, de feição taciturna e olhos mal-amados, tom sibilante de diversos desagrados porque eu ainda presto vênia à tua fama? Sabes, ao baile de modo algum te convido! Não te agradaria a...
Aug 28th
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Teu novo vício
Sr. Poetæ Devassus Castigue teu corpo com todo prazer sem temer a dor vinda porventura dos atos do mais puro enlouquecer misture o gozo à gotas de tortura à mordidas, sinta o sangue verter sorva-o como meu veneno e cura fará do êxtase o maior padecer quando te devora o sexo em secura pele, de marcas roxas, adornada pelos pulsos espinhos e correntes tão apertadas jazendo pendentes até mesmo com tua...
Aug 28th
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Marionete de trapos coloridos
Sr. Poetæ Devassus Quando noto teu tão amargo sorriso. Enalteço-me por tal doce apreço… e de tamanho prazer regojizo, tanto que ao deleite até me esqueço. Gargalho ao ver este olhar nervoso, assim aos pesadelos apareço, para divertir-me por puro gozo. Com palavras e linhas te enlouqueço! Marionete de trapos coloridos, és assim tão linda que me faz rir! E dance! A platéia está assistindo! Sem...
Aug 28th
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Nobilíssima Dama
Sr. Poetæ Devassus Pois então diga-me, divina e nobre dama, dos traços assim tão suaves e delicados, voz dulcíssima e cabelos amaciados, porque não atirar pedras à tua cama? Pois então diga-me, maligna e vil dama, de feição taciturna e olhos mal-amados, tom sibilante de diversos desagrados porque eu ainda presto vênia à tua fama? Sabes, ao baile de modo algum te convido! Não te agradaria a...
Aug 28th
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Marionete de trapos coloridos
Sr. Poetæ Devassus Quando noto teu tão amargo sorriso. Enalteço-me por tal doce apreço… e de tamanho prazer regojizo, tanto que ao deleite até me esqueço. Gargalho ao ver este olhar nervoso, assim aos pesadelos apareço, para divertir-me por puro gozo. Com palavras e linhas te enlouqueço! Marionete de trapos coloridos, és assim tão linda que me faz rir! E dance! A platéia está assistindo! Sem...
Aug 28th
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Suplício
Sr. Poetæ Devassus Por favor, abra os olhos Veja estes olhando-te Por favor, olhe para mim Veja então cada detalhe Por favor, não os abra Ao encontro do que sou Por favor, não se feche Ao meu corpo junto ao teu Por favor, feche os olhos Sinta o aroma das flores Que me trouxe até aqui Por favor, de olhos fechados Sinta o calor do toque De meus dedos sobre ti
Aug 28th
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Suplício
Sr. Poetæ Devassus Por favor, abra os olhos Veja estes olhando-te Por favor, olhe para mim Veja então cada detalhe Por favor, não os abra Ao encontro do que sou Por favor, não se feche Ao meu corpo junto ao teu Por favor, feche os olhos Sinta o aroma das flores Que me trouxe até aqui Por favor, de olhos fechados Sinta o calor do toque De meus dedos sobre ti
Aug 28th
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O Convite
Sr. Poetæ Devassus O meu próximo soneto terá um destino, um objetivo muitíssimo bem traçado: Que é provocar-te até o maior desatino, para que dance deslumbrada ao meu lado! Te ensino as regras dum jogo de traço fino, desejo te levar a meu sonho acordado… Sorrio quando tu se oferece ao canino: pelo meu convite mais do que desregrado! Tal tão pretensioso espero que aceite por talvez ser o mais...
Aug 28th
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O Convite
Sr. Poetæ Devassus O meu próximo soneto terá um destino, um objetivo muitíssimo bem traçado: Que é provocar-te até o maior desatino, para que dance deslumbrada ao meu lado! Te ensino as regras dum jogo de traço fino, desejo te levar a meu sonho acordado… Sorrio quando tu se oferece ao canino: pelo meu convite mais do que desregrado! Tal tão pretensioso espero que aceite por talvez ser o mais...
Aug 28th
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D'ouro
Sr. Poetæ Devassus Apago a luz, deito-te e retiro, sem pressa, tua roupa, sentindo o aroma de cada peça, d’um perfume que o delírio incrementa por toques ousados a inspiração fomenta. Minha mão a descobrir, cada parte acessa um prazer incontrolável que nasce dessa jornada pela carne já muito sedenta d’uma boca que das delícias se alimenta. Atentando-se ao sabor, aroma e textura, a...
Aug 28th
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D'ouro
Sr. Poetæ Devassus Apago a luz, deito-te e retiro, sem pressa, tua roupa, sentindo o aroma de cada peça, d’um perfume que o delírio incrementa por toques ousados a inspiração fomenta. Minha mão a descobrir, cada parte acessa um prazer incontrolável que nasce dessa jornada pela carne já muito sedenta d’uma boca que das delícias se alimenta. Atentando-se ao sabor, aroma e textura, a...
Aug 28th
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Sede
Sr. Poetæ Devassus Eu já arranco tua blusa delicada Para fazer-te em mim acorrentada e tornando desnudos os teus seios quero saciar todos os anseios Observando tu agora desnudada Irei induzir-te para ser deliciada Ao gozo chegará por todos os meios Ouvir teus deliciosos devaneios No orgasmo tu irás desfalecer Ao que é breve, momento esperado Entrecortada está a respiração Tua pele eriçada pelo...
Aug 28th
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Sede
Sr. Poetæ Devassus Eu já arranco tua blusa delicada Para fazer-te em mim acorrentada e tornando desnudos os teus seios quero saciar todos os anseios Observando tu agora desnudada Irei induzir-te para ser deliciada Ao gozo chegará por todos os meios Ouvir teus deliciosos devaneios No orgasmo tu irás desfalecer Ao que é breve, momento esperado Entrecortada está a respiração Tua pele eriçada pelo...
Aug 28th
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Como quem se dá ao Carrasco
Sr. Poetæ Devassus mãos Acorrentadas sobre a cabeça dorso desnudado Violentos Rasgos roupas abertas, cuidadosa pressa causo, por hora, mais medos que estragos submissa um soluço surdo começa por sussurros e gemidos mesclados tudo bem guardado na sua Mordaça enquanto tem os seios Lacerados imobilizada com Horror se espanta tentando inutilmente libertar-se ao sibilado do Metal que se afia tal...
Aug 28th
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Os Seus delicados grilhões
Sr. Poetæ Devassus Mostra-se de todo alheio? Sinta o calor de meu seio Encontra-se já perdido? Às mãos guiar-te ao olvido Estranha-te o velho meio? Junte-se em meu devaneio Olha-me com ar ferido? O acusar não faz sentido Queres curar-se do anseio? Faça o caminho esquecido Trilhar por onde veio? Mesmo assim és assistido Com indagações cansei-o? Deite o corpo adormecido
Aug 28th
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Como quem se dá ao Carrasco
Sr. Poetæ Devassus mãos Acorrentadas sobre a cabeça dorso desnudado Violentos Rasgos roupas abertas, cuidadosa pressa causo, por hora, mais medos que estragos submissa um soluço surdo começa por sussurros e gemidos mesclados tudo bem guardado na sua Mordaça enquanto tem os seios Lacerados imobilizada com Horror se espanta tentando inutilmente libertar-se ao sibilado do Metal que se afia tal...
Aug 28th
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Os Seus delicados grilhões
Sr. Poetæ Devassus Mostra-se de todo alheio? Sinta o calor de meu seio Encontra-se já perdido? Às mãos guiar-te ao olvido Estranha-te o velho meio? Junte-se em meu devaneio Olha-me com ar ferido? O acusar não faz sentido Queres curar-se do anseio? Faça o caminho esquecido Trilhar por onde veio? Mesmo assim és assistido Com indagações cansei-o? Deite o corpo adormecido
Aug 28th
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Subjulgo
Sr. Poetæ Devassus Ela, muitissimo bem amarrada, geme rio quando num arranhão seu seio lhe firo Do abuso ao corpo, desejo lhe consome Co’a chama d’uma vela lhe bem eu miro Ao julgo do meu prazer submissa prefiro em cada tocar mais rijo seu corpo freme A cera mui cálida e, sua pele admiro por minhas levíssimas carícias se treme O seu suor se mistura às pedras de gelo Derretidas pelo seu...
Aug 28th
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Subjulgo
Sr. Poetæ Devassus Ela, muitissimo bem amarrada, geme rio quando num arranhão seu seio lhe firo Do abuso ao corpo, desejo lhe consome Co’a chama d’uma vela lhe bem eu miro Ao julgo do meu prazer submissa prefiro em cada tocar mais rijo seu corpo freme A cera mui cálida e, sua pele admiro por minhas levíssimas carícias se treme O seu suor se mistura às pedras de gelo Derretidas pelo seu...
Aug 28th